Dia 51 - Santiago - Buenos Aires

Trip Start Nov 19, 2007
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Trip End Jan 13, 2008


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Wednesday, January 9, 2008

De volta à escrita, depois de muitos dias só com fotos. É o que dá ter companhia... 20 dias depois, volto a estar sozinho, em Buenos Aires e com internet à disposição 24 horas - porque não sacrificaria o passeio, mas o sono...
De manhã despedi-me do Chile e do Eduardo, não sem alguma nostalgia. Agora sim, senti o final de 3 anos de convivência diária. Ao mesmo tempo, fiquei contente por ter podido ir até ao "culo" do mundo conhecer uma realidade de que tanto ouvi falar nesse tempo.
Por pouco perdia o avião. Havia um às 9h25 e outro às 10h25, ambos da mesma companhia, e eu tinha reserva da internet para o segundo. Por alguma razão, no check-in trocaram-me para o primeiro, e de facto a hora de embarque parecia ser demasiado cedo. Mas fomos tomar o pequeno-almoço nas calmas, porque supostamente faltava muito tempo para o meu vôo. Felizmente lembrei-me de verificar o papel, faltavam 20 minutos para a hora lá marcada e lá saí eu disparado!
No ar, de novo todo o espectáculo de atravessar os Andes, altíssimos e cheios de neve, é a sensação de estar a ver um documentário pela janela do avião.
Aterrei em Buenos Aires sem perceber se tinha adiantado 1 hora ou não, aliás até agora ainda não sei. O calor estava ainda mais insuportável que em Santiago e no Brasil, sobretudo porque aqui é para andar a pé de um lado para o outro e não há praia nem piscina.
Tinha pensado comparar preços e condiçoes de alguns hotéis mas fiquei logo no primeiro. Muito bem localizado e por apenas 11€ um quarto só para mim. Típico hotel velho, com um velhote a atender, mas com um ventilador no quarto bastante eficaz!
Fui primeiro comprar o bilhete de autocarro para Iguazu - na quinta-feira esperam-me 17 horas de viagem! Daí apanhei um autocarro até ao Congresso (Parlamento), um edifício imponente, e almocei numa esplanada aí ao lado. Desci a Av. de Mayo até ao Palácio Rosado, sede do Presidente que ficou imortalizada pela figura de Eva Peron (Evita) a acenar da varanda (don't cry for me Argentina...). Continuei até ao Obelisco, um fálico ex-libris da cidade, e voltei ao hotel para um duche.
Esperava-me um show de tango, ou assim pensava eu. Afinal acabou por ser melhor (na minha perspectiva, claro), porque era uma milonga, em que as pessoas (normais) se reúnem para dançar ao som de uma orquestra. Assim pude ver uns talentos mais espontâneos, como um velhote cheio de jeitos no corpo que nunca saiu da pista! Foi gira a experiência mas rapidamente me fartei, fui comer um bife de chorizo (não é chouriço mas uma carne muito tenra) e vim para a net.
Para além do tango e do calor, a primeira impressão da cidade foi o constante apelo ao comércio, que está por todo o lado a preços tentadores. Os artigos de desporto, CDs e DVDs são a metade, há mais variedade de Havaianas do que no Brasil (!) e muitas lojas de cabedais. Uma viagem de autocarro custa €0.20 e uma refeição de excelente carne com bebida e sobremesa fica por menos de €5. Por outro lado, vê-se bastante gente a pedir esmola, a recolher lixo ou a dormir na rua.
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Comments

diogoalvim
diogoalvim on

E as Argentinas?
Então e as Argentinas? Todos queriamos detalhes... Têm tanto proveito como fama?
Maria: não leias a resposta!

PAMMELA on

OLA, QUANTO TA PASSAGEM DE AVIAO BUENOS AIRES SANTIAGO?

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