Delfos

Trip Start Aug 12, 2012
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Trip End Aug 23, 2012


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Where I stayed
Amalia Hotel Delphi
Read my review - 5/5 stars
What I did
Delphi Museum
Read my review - 4/5 stars
Delphi Ruins
Read my review - 5/5 stars

Flag of Greece  , Central Greece,
Tuesday, August 14, 2012

Hoje, é o dia de início do nosso Tour de 3 dias por Dephi e Meteora, pelo que nos levantámos bem cedo às 06:30. Às 7:00 fomos tomar o pequeno-almoço, e foi logo uma risota pela manhã, andámos abaixo e acima sem saber onde era o local, porque nos tinham informado mal, até fomos parar à cozinha dos empregados. Primeiro, fomos para o bar junto à recepção, porque pensámos que fosse aí, mas não estava ninguém, e o Rui começou logo com os seus "ditarotes" que o pequeno-almoço, cada um de nós é que o fazia. Quando finalmente demos com o local, tomámos o pequeno almoço que não foi muito variado. 
Quando terminámos, fomos para ao pé do Hotel Stanley, que era o local onde o autocarro nos ia buscar. Demorámos um certo tempo a partir de Atenas, porque fomos dos primeiros a ser recolhidos e ainda tivemos de ir passando pelos outros hotéis para recolher as restantes pessoas. 
 
Quando finalmente partimos, a nossa Guia foi-nos explicando alguns aspectos da geografia e da história da Grécia e foi-nos antecipando alguns aspectos históricos de Delfos. 
Como a Guia, nos informou Atenas, nesta altura do ano, Agosto, encontra-se praticamente desabitada (em Atenas habitam cerca de 6 milhões de pessoas e toda a Grécia tem cerca de 11,5 milhões de habitantes), razão pela qual foi fácil e rápido sair de Atenas. 
Geograficamente, a Grécia é um dos países mais montanhosos da Europa, o terceiro seguido da Noruega e Albânia. Cerca de 80% da Grécia é território montanhoso ou, pelo menos, acidentado. Apesar de ser um país montanhoso, é um país com uma grande costa, pelo que rapidamente se chega do interior à costa.
Quase todos os gregos possuem um pedaço de terra, onde cultivam oliveiras e produzem azeite.

A viagem demorou 3 horas, pelo que chegámos ao sítio Arqueológico de Delfos, declarado património da humanidade pela UNESCO, perto das 12:00.
Delfos era o principal centro religioso da Grécia Antiga e era também considerado o centro do universo. Em épocas antigas, era o local dos jogos píticos e do famoso oráculo (o oráculo de Delfos).

Iniciámos, a nossa visita na Antiga Delfos, pela praça (Ágora), onde na época se vendiam objectos religiosos, e fomos caminhando pelo Caminho Sagrado, até à Câmara do Tesouro de Atenas, que foi construído após a batalha de Maratona e reconstruído em 1906.
Aí, do lado direito, encontra-se a Pedra de Sibila, que assinala o local, onde segundo a lenda, a primeira profetisa de Delfos pronunciava os seus oráculos. 

Alegadamente o oráculo também proclamou Sócrates, o homem mais sábio na Grécia, ao que Sócrates respondeu que, se assim era, isso devia-se a ser o único que estava ciente da sua própria ignorância. A afirmação está relacionada com um dos lemas mais famosos de Delfos, que Sócrates disse ter aprendido lá ("conhece-te a ti próprio"). Um outro lema famoso de Delfos é "nada em excesso"). 

Percorremos o caminho sagrado até ao Templo de Apolo, passando por uma parede com pedras em diagonal, que era onde os escravos tinham de vir quando recebiam a sua liberdade, tinham de se inscrever nessas pedras, de modo a tornar o acto, um acto público.
  

De acordo com a mitologia grega, o Templo de Apolo em Delfos foi construído no local pertencente a Gaia, deusa da Terra e era guardado pela sua filha, Píton, que foi morta pelo deus Apolo, que assumiu a posse do lugar. O corpo da serpente caiu numa fenda do solo e a sua decomposição emitia vapores que chegavam à superfície e eram capazes de gerar o efeito profético nas famosas profetisas, conhecidas como pítia, ou pitonesas. E era assim, que aconteciam as famosas previsões, procuradas por todos que iam ao Templo em busca de respostas.

Fomos ao Teatro de Delfos, construído há 2500 anos, tem 5000 lugares sentados e rivaliza com o de Epidauro pelo titulo de melhor teatro da Grécia. 
A seguir fomos ao estádio, já sem a nossa Guia, ainda tivemos de andar um bom bocado, sempre a subir, cerca de 8 min. Este estádio, é um dos mais bem conservados da Grécia.

Depois de visitar e andar pelas ruínas fomos visitar o Museu de Delfos, dentro do sítio arqueológico, que é de uma riqueza impressionante. O museu de Delfos contém uma colecção de esculturas e vestígios arquitectónicos de importância apenas igualada pela Acrópole. 

Aí encontra-se a "Esfinge de Naxos", que foi uma oferta dos cidadãos abastados de Naxos em 560 a.C., a escultura "Três Raparigas a Dançar" em volta de uma coluna.




Um dos highlights do museu é uma taça pintada com Apolo tocando harpa, esta peça encontra-se em muito bom estado, apesar de ser de anterior a Cristo.

Mas, o objecto mais famoso do museu, é uma estátua de bronze, o "Auriga de Delfos", a estátua foi encomendada por um tirano da Sicília de nome Polyzalos para comemorar a vitória obtida numa corrida de carros nos jogos píticos de 478 a.C. 
 


    O Diogo gostou muito da escultura do atleta que tinha ganho vários jogos em Delfos e fora de Delfos. Também havia uma estátua do seu irmão, que também era atleta, mas só tinha ganho em Delfos. Quando os atletas ganhavam provas era-lhes oferecido a coroa de louros e era efectuada uma escultura (estátua) do atleta.



Quando saímos do museu fomos para o Hotel Amália, onde nos iríamos instalar. O Hotel era espectacular, enorme, com linhas modernas e direitas, e situado numa zona privilegiada, donde se podia observar uma vista lindíssima para o vale e montanhas.

Almoçámos no hotel o menu (10,00 €), esta refeição não estava incluída no pacote do nosso tour. De entrada, comemos almôndegas embrulhadas em couve, com um folhado a acompanhar, o prato principal foi frango grelhado, com batatas assadas, brócolos e salada, e a sobremesa foi melancia.

Após termos terminado de almoçar, fomos descansar um pouco para o quarto, mas o Rui foi a pé até ao Templo Tholos. Quando o Rui chegou fomos desfrutar da magnífica piscina do hotel, foi uma tarde muito bem passada e divertida.

Jantámos no hotel, buffet, estava tudo muito bom e havia uma grande variedade. O Diogo comeu imensos calamares e polvo frito.


Após o jantar, eu e a Guida, fomos dar uma volta por Delfos.
 

    Aí comprámos anéis e brincos, e a Guida ainda comprou uma jarra grega e uma réplica da taça de Apolo que estava no museu de Delfos (50,00 €). O grego da loja era muito caricato, baixava muito os preços, tendo acabado por me dar um íman quando eu lhe perguntei o preço, e dizia que eu parecia grega.


Quando terminámos de fazer as compras regressámos ao hotel para irmos dormir, porque no dia seguinte partíamos para Kalambaka por volta das 13:00.
 
 
 
  

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