Welcome to the “Varulete”
Trip Start
Jun 16, 2010
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Trip End
Dec 31, 2012
Bem-vindo (?) à "Varulete": este é o nome da carripana que, bem ao jeito da Luciana e do Djaló (sim, ainda vou seguindo as principais notícias de Portugal), baptizaram o bólide com um nome que é uma combinação de VALEntina e RUTE, sílabas alternadas.
O nome é bastante “comercial”. E tratam a senhora que nasceu em 1996, de apelido Toyota, como se fosse crescida e vacinada. Claramente tem personalidade jurídica e vontade própria. E falam para ela:
A carrinha tem, oficialmente, dois lugares: o do passageiro e o “do morto”. O restante espaço da carrinho é ocupado com os mais variados utensílios de campismo, para tornar a vida sobre rodas, possível. O meu lugar hoje é deitado no colchão que se situa mesmo atrás dos dois bancos da carrinha. O caminho é tortuoso, pelo meio dos “S” da estrada. Estar deitado a acompanhar o cenário lá fora, trás agonia. Pedi para, nos dias seguintes, podermos alternar entre nós, quem ocupa o lugar de trás. A resposta lança o mote para os dias que se seguem. Não vai correr bem.
O nome é bastante “comercial”. E tratam a senhora que nasceu em 1996, de apelido Toyota, como se fosse crescida e vacinada. Claramente tem personalidade jurídica e vontade própria. E falam para ela:
- “Varulete, não me falhes agora” (nas subidas, parece que alguém abre as portas da cavalariça e deixa escapar umas boas dezenas de animais);
- “Varulete, vá lá, gostamos muito de ti...pega...pega (do verbo “pegar”, não considerar como substantivo);
- “Varulete, tu gostas é que os homens te mexam” (quando o interruptor para carregar a bateria - que por sua vez fornece energia a qualquer instrumento eléctrico, não funciona ou quando relembram a passagem pelo mecânico quando o motor deixou de ligar);
- “Varulete, és linda, olha só para isto” (nos vários momentos de contemplação – vários ao dia, mesmo – a que tinha direito);
A carrinha tem, oficialmente, dois lugares: o do passageiro e o “do morto”. O restante espaço da carrinho é ocupado com os mais variados utensílios de campismo, para tornar a vida sobre rodas, possível. O meu lugar hoje é deitado no colchão que se situa mesmo atrás dos dois bancos da carrinha. O caminho é tortuoso, pelo meio dos “S” da estrada. Estar deitado a acompanhar o cenário lá fora, trás agonia. Pedi para, nos dias seguintes, podermos alternar entre nós, quem ocupa o lugar de trás. A resposta lança o mote para os dias que se seguem. Não vai correr bem.


