Agora o rio Okavango antes do Delta

Trip Start Oct 12, 2010
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31
54
Trip End Dec 31, 2012


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Where I stayed
Drotsky's Cabin

Flag of Botswana  ,
Thursday, November 4, 2010

Por Robson                                              English versionEnglish Version


Esse post é parte integrante do Projeto 20°12',
que tem como objetivo registrar situações de todos os países com terras
no paralelo 20°12'Sul. Para saber mais sobre o Projeto 20°12', visite a
página inicial sobre este blog.

Já matando a curiosidade que deixamos no post de saída de Maun... logo que deixamos Maun não pegamos a estrada originalmente planejada no caminho para a Namíbia. Ao invés de pegar umas estradas de chão, rumamos para o norte, 100% asfaltado. A idéia era cruzar a fronteira antes do por-do-sol, mas não foi possível. Paramos em algum lugar entre Hauxa e Shakawe.

  
A noite foi chegando e fomos olhando as placas de hospedagem por perto. Não haviam muitas. Basicamente duas. Chegamos na primeira, e descobrimos que estava fully booked (lotada). OK, ainda tínhamos 50% de chance de dormir em uma cama. E, é claro, as barracas eram sempre uma opção.






 
Fomos então para a Drotsky's Cabins. Não sabíamos o que encontraríamos, basicamente só queríamos um banho quente, um par de camas e um restaurante. O Drodsky's mesmo também estava lotado (e olha que era baixa temporada), mas eles nos ofereceram uma área nova (Lawdons Lodge), que ainda não estava operando completamente, o que nos obrigava a voltar para jantar e tomar café na área principal. Quem se importa? Mais uma grata surpresa. O lugar tinha chalés estalando de novos, feitos com madeira. Quartos muito espaçosos e confortáveis. E quanto a voltar para a área principal, nada para nos preocuparmos. Na hora marcada, o barco estava lá para nos levar para o jantar e depois de volta para o quarto.

  














  
Achávamos que viria um cara num mokoro (como os que usamos no Delta do Okavango), ou no máximo em uma lancha. Nada disso! O barco era grande, de fundo chato, ideal para trafegar nesse rio de águas lentas. O barco tinha capacidade de acomodar umas 10 pessoas e não era usado só para fazer esse transporte, mas também para os passeios diurnos para visualizar a fauna local. No restaurante, além de um bocado de gente, um cardápio para agradar a vários gostos, tinha legumes no vapor, carne de boi, de crocodilo... peixe mesmo eu não lembro de ter visto. Olha aí o prato do Guilherme :-)

 
 









Pela manhã voltamos de carro para o café-da-manhã e pudemos apreciar melhor o rio Okavango enquanto ele ainda é um rio (e não um delta no deserto). A superfície da água era praticamente um espelho, de tão calma... O rio neste ponto tem uma largura de mais ou menos 60 metros. Praticamente a metade da largura do canal de Vitória (não a baía de Vitória que separa a cidade de Vila Velha), que varia de 100 a 130.
  
 








 





Definitivamente esse foi um excelente achado para nós. Totalmente revigorados seguimos para a Namíbia e para cruzar a última fronteira terrestre desse trecho da África Austral!

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Site do Drotsky http://www.drotskycabins.com
  
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www.projeto2012.com.br
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Comments

heloisa on

Que sorte vcs deram, ficaram bem alojados. Final feliz iqual novela das seis.

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