Passagem pela histórica Potosí

Trip Start Oct 12, 2010
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Trip End Dec 31, 2012


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Tuesday, March 8, 2011

Por Robson                                              English versionEnglish Version


Primeiro post da jornada do Projeto 20°12' pela Bolívia.
O Projeto, tem como objetivo conhecer todos os países na latitude 20º12' Sul. Para saber mais, visite a página inicial sobre este blog.

Em Sucre encontramos nosso guia e nosso motorista que nos acompanhariam pelo restante da viagem. 

Na saída da cidade passamos por uma mansão de um magnata do passado que acabou deixando-a para servir como orfanato.
 
  









 



No caminho para Potosí a paisagem vai mudando a cada momento.
























 



 
Em Potosí nosso guia nos deu informações surpreendentes sobre a cidade. Nesta cidade fica um morro chamado Cerro Rico de Potosí, um morro riquíssimo de vários minerais. Em 1545 os espanhóis tomaram conta do lugar e iniciou-se o desenvolvimento da mineração de prata.
Segundo nosso guia, Potosí chegou a ter uma população maior que a de Londres em sua época. Na Wikipedia há uma indicação de 120mil pessoas em 1573, um número que por sí só já surpreende para a época!
 
 






















 






 
Aí está uma explicação para a riqueza em prata das colônias espanholas. Até há uma expressão famosa nos países de língua espanhola. Quando se quer falar que algo tem um valor praticamente incalculável, diz-se "vale um Potosí" (e não uma potosina).
 


















  

Como toda febre de mineração, o benefício para a cidade e para a população local é pequeno. A febre da prata em Potosí também passou, em 1825 só restavam 8mil habitantes na cidade. 

Em 1900, com a Bolívia já independente, uma outra descoberta reacende a mineração na região. Um boliviano chamado Simon Iturri Patiño descobre um veio de estanho e com sua exploração se torna um dos homens mais ricos do mundo. Rico quanto? Patiño é o único sulamericano que aparece em uma lista publicada em 2008 pela revista Forbes dos 75 mais ricos de todos os tempos desde o Egito Antigo. John D. Rockefeller aparece em 1º e Patiño figura em 26º, apenas 5 posições atrás de Cleópatra e outras 5 à frente de Carlos Slim, o vivo mais rico daquele momento.
 
 
Segundo nosso guia, hoje as coisas são bem diferentes em Potosí, as minas são exploradas por bolivianos associados em sindicados, que compram dinamite em barracas de um mercado popular instaladas em frente às minas e vão tentar a sorte. Aliás essa é uma das atrações turísticas da cidade. Conhecer uma mina nos moldes atuais. Tenho que confessar, que essa nós achamos muito arriscado. Outras atrações da cidade são os casarões, teatros mosteiros e as várias igrejas remanescentes de tempos áureos. Todos esses lugares estavam fechados no carnaval :-(

Demos uma voltinha, tiramos fotos das entradas de algumas igrejas e fomos almoçar. Foi só mesmo um pit stop no caminho a Uyuni.

Seguindo para Uyuni, muita estrada de chão, a paisagem continua a mudar, passamos por um vilarejo, uma grande ponte em construção que deve melhorar a viagem de outros viajantes.
 






















































 


 
 
E como não poderia deixar de registrar, passamos novamente pelo paralelo que deu origem à nossa viagem: 20°12'Sul!!!


 














 



 
No próximo post, Uyuni e as belezas do deserto de sal...
 
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 Projeto 20°12'............................................Projeto 20º12' : Projeto 2012
 www.projeto2012.com.br  
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Comments

Tereza Garcia on

Super lindo o lugar, tenho que ir lá qualquer hora! Realmente o colonial espanhol dá um baile no colonial portugues... beijocas

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