Do Kruger para Moçambique

Trip Start Oct 12, 2010
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Trip End Dec 31, 2012


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Flag of South Africa  ,
Thursday, October 21, 2010

Por Robson

O Parque Kruger é uma referência mundial de vida selvagem. E o Projeto 20°12' foi uma ótima oportunidade de conhecê-lo, mesmo não estando no roteiro dos países com terras cortadas pelo paralelo 20°12'Sul.

O Parque Kruger é enorme e muito organizado. Os passeios pelo parque devem ser feitos de carro, com a luz do dia. Só é permitido sair do carro em alguns pontos específicos, destinados a piquienique. Na maior parte do tempo, temos que ficar dentro do carro fazendo o safari fotográfico. A velocidade dentro do parque é limitada a 50km/h nas estradas pavimentadas e 40km/h nas não pavimentadas. Existem algumas câmeras de monitoramento nas estradas, que não sabemos se era para emitir multa por excesso de velocidade ou só para monitorar o tráfego. De qualquer forma, respeitamos os limites, até porque quanto mais devagar, mais chance de ver animais. Tenho que admitir que no Brasil temos muito a aprender no gerenciamento de nossos parques e outros países do hemisfério sul podem servir de
exemplo.

Família de babuínos com filhote:
 
 
 
Logo na chegada, ainda a caminho do acampamento, vimos alguns veados; mais um pouquinho e paramos em uma lagoa com alguns hipopótamos; seguimos e encontramos uns antílopes  maiores, com aqueles chifres retorcidos e búfalos. Chegamos ao acampamento Skukuza um pouco antes do por-do-sol. O Skukuza é a 'capital' do Parque Kruger, onde fica o escritório da administração do parque. E também o maior acampamento. Neste acampamento há espaço para barracas e também chalés, restaurante, loja de conveniências, caixa eletrônico, internet café, posto de gasolina, piscina...

 
 
Já havíamos feito a reserva com antecedência para o camping e esse foi nosso primeiro teste das barracas, dos equipamentos e de nossa própria performance no manuseio deles.

Logo que começamos a montar o acampamento, um camarada que estava em um trailer, ao lado de onde paramos o carro já demonstrou solidariedade e nos emprestou uma espécie de poste que ele tinha sobrando. Como foi a primeira vez, demoramos um pouco para arrumar as coisas e nos arrumarmos. Quando fomos fazer comida, a maioria das outras pessoas já estava dormindo, anyway... acampador de primeira viagem é assim. Apesar de termos fogareiros, aproveitamos a estrutura do parque, que também tem fogão elétrico disponível em áreas específicas, torneiras com água quente. A Carol não quis ficar muito perto, porque tinha muitas lagartixas (taruíra no dialeto dos capixabas) próximas às lâmpadas. Tudo bem,  eu e o Guilherme ficamos na área abrigada e a Carol de fora até sair a comida...

Depois do jantar, tomamos banho e fomos dormir. As barracas são seguras e relativamente confortáveis. De madrugada a temperatura caiu, a Carol e eu dormimos bem nos sacos de dormir, enquanto o Guilherme sofreu, porque não esperava essa variação e dispensou o saco de dormir ao organizar sua barraca.

O plano era acordar bem cedo e sair do parque às 5:30h. Acordamos às 6:30h e num ritmo bem preguiçoso de férias. Fomos tomar café, desarmar acampamento, nos arrumarmos... e acabamos saindo do parque bem mais tarde. OK, estamos de férias, sem pressa...

 
 
Começamos o passeio matinal com um sol de rachar, já em direção à saída mais próxima à fronteira com Moçambique e vimos novos animais. Aves diferentes, elefantes, girafas, babuínos, zebras, warthogs (uma espécie de minijavali)... Fomos a um ponto onde nos deram a dica de que leões haviam matado uma girafa e estavam comendo já há dois dias.

Quando estávamos quase chegando ao ponto, encontramos um cara no caminho que nos disse que os bichos tinham acabado de sair de cima da girafa e ido para uma parte mais baixa, onde não era possível vê-los. Mas que poderiam voltar a qualquer momento. Não foi neste dia que vimos um dos grandes felinos. Apenas alguns abutres estavam se fartando da carne disponível na ausência dos leões.

Indo em direção ao portão de saída, vimos um grupo de hipopótamos brigando.
 
 













 



 









 DICA para quem está fazendo safári fotográfico: Comece as expedições assim que os portões se abrirem.

Crocodile Bridge é o portão de saída do Parque Kruger mais próximo da fronteira Lebombo com Moçambique. Essa foi nossa despedida da África do Sul. 

 
 
Saímos do parque meio dia, com 3h de atraso em relação à programação original.
Rumamos para a fronteira com Moçambique.

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Projeto 20°12'............................................Projeto 20º12' : Projeto 2012

www.projeto2012.com.br
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Comments

umolharviajante.blogspot.com on

ahahaha
Adorei as vossas tendas! ;D

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