Troca de hotel , Vales da Morte e da Lua

Trip Start Dec 25, 2009
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Trip End Jan 07, 2010


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Where I stayed
Altiplanico Hotel San Pedro De Atacama

Flag of Chile  ,
Friday, January 1, 2010

Oitavo dia de viagem
San Pedro de Atacama



    Primeiro dia do ano e, de manhã cedo, recebemos uma ligação da portaria do hotel perguntando a que horas faríamos o check out. Check out? Como assim? Nossa reserva era até o dia seguinte... Fomos até a recepção e descobrimos que realmente havia um engano... nosso! A reserva acabava no dia 01/01 e teríamos que deixar o hotel, que estava lotado e se preparando para receber os próximos hóspedes. E agora???
    A menina da recepção nos aconselhou a ir tomar nosso café da manhã (um conselho sensato que eu sempre sigo de boa vontade) e disse que ligaria para os outros hotéis para ver se conseguia algo. Quando retornamos, ela já havia reservado para nós dois quartos por uma noite no delicioso Hotel Altiplânico, não muito longe dali. Agradecemos a ajuda, juntamos nossas coisas e fomos para o novo hotel.
    Embora seja mais longe do centrinho do que o simpático Kimal, achei o Altiplânico mais bonito e bem estruturado. Como estava muito quente, fomos todos para a piscina, onde almoçamos e ficamos lendo na sombra.
    Lá pelo meio da tarde e com o sol mais baixo, fomos conhecer o Vale da Morte, o lugar mais seco do planeta. É próximo da cidade, fácil de achar e realmente impressiona, como tudo o mais no Atacama.  Caminhamos, fotografamos, curtimos e, depois de um tempo por ali, fomos para o Vale da Lua, outro local incrível e imperdível. Vimos a bonita formação "Três Marias", ensaiamos uma trilha por uma fenda na rocha (é um caminho bem demarcado, mas acabamos desistindo devido ao horário) e finalmente nos dirigimos à famosa duna do Vale da Lua.

    Famosa com razão: é uma duna imensa, de areia fina e subida respeitável. 
    As pessoas sobem lentamente, em fila indiana, para assistir ao pôr-do-sol lá de cima. No início a subida é um pouco difícil, mas à medida que a vista do Vale vai se tornando mais ampla, as pernas entram em piloto automático e o cérebro só percebe a beleza deslumbrante do lugar. Ao chegar lá em cima, a gente nem lembra mais que estava subindo e fica surpreso quando olha para baixo e vê aquele monte de gente pequenininha pacientemente buscando seu lugar ao (pôr-do-) sol. Tem lugar para todos e o espetáculo da natureza pode ser observado com tranquilidade. 
    Alguns olham apenas para o sol que desce no horizonte. Nós preferimos olhar também para o lado oposto, onde um maciço anfiteatro natural vai mudando de cor e oferecendo vistas lindamente iluminadas. Ficamos assim, confortavelmente instalados em uma rocha, olhando para um lado e outro, não sabendo o que era mais lindo, querendo que demorasse um pouquinho mais... e o sol vai descendo e a gente vai ficando em paz... 
   Da descida nem lembro.
   Nesta noite jantamos no hotel,  bebemos um bom vinho e conversamos até tarde.
    
        
    
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