Machu Picchu
Trip Start
Jul 18, 2010
1
19
41
Trip End
Oct 24, 2010
Deixamos apressados o grupo de turistas em Ollantaytambo pra pegar o trem para Águas Calientes. Lá, jantamos, e dormimos cedo, para, no dia seguinte chegar antes do Rei Sol às Montanhas Sagradas, e também, para visitar sem tropeçar em muito turista, pois a multidão chega por volta de 10h.
Machu Picchu é um cenário impressionante. Quem veio visitando os outros sítios, ao chegar aqui, encontra a apoteose. Eu apenas vislumbrei a organização do lugar. Visitamos durante duas horas com uma guia contratada em Cusco. Sem ela, seríamos como analfabetos tentando ler um jornal. Depois ela foi embora, e nós saímos do recinto pra um lanche e essas coisas. Ao voltar, a luz era outra, a magia se dissipava com o aumento do número de pessoas. Fiquei indignada com turistas branquelos pisando nos muros pra tirar fotografia, e comendo onde era proibido. Como se turistas andinos pudessem fazer essas coisas no Prado ou no Louvre.
Enfim, a magia do lugar contagia, e foi natural nos deixarmos envolver pela solenidade de tudo que perdura ali. Às vezes, quando a azáfama da vida urbana me pegava pelo pé, eu me lembrava das águas de Foz do Iguaçu, correndo sempre, inexorável e grandiosa, pra, então, colocar meus problemas no seu pequeno lugar. De agora em diante, tenho outro lugar pra me lembrar da minha pequenez, em situações de conflitos, mas este lugar, foi o resultado da mão do Homem se adaptando à Natureza. É isso, saí de Machu Picchu meio zumbi, meio solene, meio pateta.
Mas pra por as coisas em seu devido lugar, depois de uma viagem de 4 horas de trem para Cusco, após esperar muito tempo na estação em Águas Calientes, e comer uma carne gordurosa no almoço, passei a noite, já em Cusco, com o maior piriri da minha vida.
Machu Picchu é um cenário impressionante. Quem veio visitando os outros sítios, ao chegar aqui, encontra a apoteose. Eu apenas vislumbrei a organização do lugar. Visitamos durante duas horas com uma guia contratada em Cusco. Sem ela, seríamos como analfabetos tentando ler um jornal. Depois ela foi embora, e nós saímos do recinto pra um lanche e essas coisas. Ao voltar, a luz era outra, a magia se dissipava com o aumento do número de pessoas. Fiquei indignada com turistas branquelos pisando nos muros pra tirar fotografia, e comendo onde era proibido. Como se turistas andinos pudessem fazer essas coisas no Prado ou no Louvre.
Enfim, a magia do lugar contagia, e foi natural nos deixarmos envolver pela solenidade de tudo que perdura ali. Às vezes, quando a azáfama da vida urbana me pegava pelo pé, eu me lembrava das águas de Foz do Iguaçu, correndo sempre, inexorável e grandiosa, pra, então, colocar meus problemas no seu pequeno lugar. De agora em diante, tenho outro lugar pra me lembrar da minha pequenez, em situações de conflitos, mas este lugar, foi o resultado da mão do Homem se adaptando à Natureza. É isso, saí de Machu Picchu meio zumbi, meio solene, meio pateta.
Mas pra por as coisas em seu devido lugar, depois de uma viagem de 4 horas de trem para Cusco, após esperar muito tempo na estação em Águas Calientes, e comer uma carne gordurosa no almoço, passei a noite, já em Cusco, com o maior piriri da minha vida.



