Phnom Penh

Trip Start Jun 07, 2008
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Trip End Apr 05, 2009


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Flag of Cambodia  ,
Thursday, November 20, 2008

EN:
The karaoke bus trip from Siem Reap to Phnom Penh was one of our worst ever, but highly amusing at the same time, it was a madhouse! For a start there was a group of very loud Dutch, still drunk from the previous night, singing and generally just being very loud while saying nothing but heaps of rubish and making an embarrassment of themselves. These were easily the most annoying jerks this side of the Mekong river and completely disrespectful of everybody. The Cambodians on the bus felt challanged so they started the bus' karaoke system and procedure to be noisy themselves. Meantime, deprived of drink, the Dutchies started to fall into hangover and some became quite ill, which was good since they shut up and went quiet as mice, and were soon begging for the bus to stop for a puke. The Cambodian karaoke show went on though, and the hangovered Dutchies started complaining it was too loud, we couldn't help but feeling joy for their suffering. Already in Phnom Penh, we managed to escape the hordes of tuk-tuk drivers at the bus station and walked to the riverfront where after a few tries we found a reasonable hotel room.

We spent only 2 nights in Phnom Penh, and only had 1 day for sightseeing. First we visited the Tuol Sleng museum, to understand this place you need to know a bit of the recent Cambodian history - in 1975 Pol Pot's Khmer Rouge took over the country and established a bloody communist dictatorship, with the self-contradictory goal of creating a 'modernised, totally agrarian society'. In the process (between 1975 and 1978) they exterminated some 2 million people (1/4 of the population), including most of the country's educated people (you could be killed just for wearing glasses or being able to read, as it was seen as sign of inteligence), the scars of this era are still pretty visible, and one of its lasting legacies are the millions of landmines that keep on crippling and killing still today. It is easy to find inforation on this if you are interested, now back to our story - Tuol Sleng was Cambodia's largest detention and torture centre during the Khmer Rouge regime, today it remains largely unchanged as a testimony of the Khmer Rouge crimes, it is simple but quite disturbing.

After Tuol Sleng we visited the Royal Palace and Silver Pagoda which is quite impressive and by contrast with the poverty in the rest of the country. From here we walked along the river back to our hotel passing a few stalls with insects (cooked in different styles) on the way. The traffic in P2 is just crazy with thousands of motorbikes, cars and other vhicles of all kinds.There are also many poor people and orphaned children in the streets, you can not give money to everybody, a good way to help is to visit charity restaurants and other places. We went to one of the restaurants several times. This place supports 26 orphans and the logo there is "We feed you, you feed them." :-)

PT:
A viagem de Siem Reap para Phnom Penh no autocarro-karaoke (quase todos os autocarros têm uma TV com karaoke) foi uma das nossas piores viagens de autocarro de sempre, mas bastante divertida ao mesmo tempo, um manicómio sobre rodas! No autocarro viajava um grupo de Holandeses barulhentos, ainda bêbados da noite anterior, que cantavam e gritavam disparates e se divertiam a fazer figura de parvos. Um bando de paspalhos irritantes e sem respeito pelos outros. Os Cambodjanos no autocarro sentiram-se desafiados, ligaram o karaoke e começaram a fazer barulho também. Entretanto, privados de bebida, os Holandeses começara a ressacar e a enjoar, passado um bocado estavam calados que nem ratos, e a pedir paragem para vomitar. O espectáculo Cambodjano continuava e os Holandeses ressacados começaram a quiexar-se do barulho, vê-los sofrer divertiu-nos bastante. Já em Phnom Penh, conseguimos escapar às hordes de tuk-tuk que cercava o autocarro e caminhamos até à zona ribeirinha onde, depois de algumas tentativas, encontrámos um hotel razoável.

Passámos apenas 2 noites em Phnom Penh, e tivémos apenas um dia para ver as vistas. Visitámos primeiro o Museu Tuol Sleng, para se compreender este sítio é necessário conhecer um pouco da história recente do Cambodja - em 1975 os Khmers Vermelhos, liderados por Pol Pot, chegaram ao poder pela força das armas e estabeleceram uma ditadura comunista sangrenta, com objectivo auto-contraditório de estabelcer uma 'sociedade moderna, totalmente agrária'. Em nome da revolução exterminaram (de 1975 a 1978) 1/4 da população (2 milhões de pessoas), incluindo a maioria das pessoas com formação académica (muitas pessoas foram mortas por usar óculos, ou saberem ler, pois estes eram sinais de inteligência), as cicatrizes desta era ainda são bastante visiveis, e um dos legados mais duradouros são os milhões de minas que continuam a mutilar e matar ainda hoje. É fácil encontrar informação sobre isto, se estiverem interessados, mas agora de volta à nossa história - Tuol Sleng foi o maior centro de detenção e tortura durante o regime dos Khmers Vermelhos, e foi preservada como um testemunho dos crimes dos Khmers vermelhos, é um sítio simples mas perturbador.

Depois de Tuol Sleng, visitámos o Palácio Real e o Pagode de Prata que são bastante impressionantes e cuja riqueza contrasta com a pobreza do resto do País. Daqui caminhámos ao longo do rio de volta ao nosso hotel, pelo caminho passámos por várias barraquinhas que vendiam insectos cozinhados de várias maneiras diferentes. O trânsito em Phnom Penh é bastante caótico, com milhares de motos, carros, e muitos veiculos estranhos. Também há muitos sem-abrigo, mendigos, e crianças orfãs nas ruas, é impossivel dar dinheiro a toda a gente, uma boa maneira de ajudar é comer nos restaurantes de caridade que suportam orfanatos e outras instituições. Fomos várias vezes a um destes restaurantes.

CZ:
Cestu do Phnom Penhu jsme absolvovali autobusem. Valna vetsina busu pousti stastnym zakaznikum mistni karaoke. Cesta to byla dost strasna, protoze s nami cestovala skupinka Holandanu, kteri prisli rovnou z baru (a to bylo asi 11 dopoledne, nasavali celou noc) a jeste byli radne pod parou. Vesele zpivali a halekali na ridice, pruvodce i cestujici, a vsichni jich pomalu zacinali mit dost. Kdyz jim dosel dech a prisla kocovina, zacali se domahat zdravotni zastavky na bliticko, ktere se jim nakonec dostalo (stejne se stavelo na curani). Kdyz jim trochu otrnulo, zacali zase halekat a kritizovat mistni karaoke scenu, takze jsem si do usi nacpala spunty (mam je porad v pohotovosti v batuzku) a prochrupla se. Nuno mezitim tise trpel, ale nakonec prezil az do Phnom Penhu. Hned po prijezdu nastal divoky uprk pred vasnivymi ridici tuk-tuku a hned nato jsme se vydali (i s batohama) k rece, kde jsme po nekolika marnych pokusech nasli docela uchazejici ubtovani (sice jsme nemeli okno, ale budiz...).

V P2 jsme stravili 2 noci a stihli jsme navstivit mistni muzeum genocidy (Tuol Sleng), ktere bylo opravdu smutne, je tu spousta fotek obeti Rudych Kmeru a dalsi dukazy jejich krutosti. Behem let 1975-1978 stihli vyvrazdit ctvrtinu populace (2 miliony lidi) za ucelem vytvoreni zemedelske spolecnosti, kde nebylo misto pro vzdelane lidi, zkratka prisli i ti, kteri napriklad jenom nosili bryle nebo umeli cist. Rudi Kmerove take hromadne vrazdili Vietnamce, zijici v Kambodze, coz byla osudna chyba. Zbytek Vietnamcu se totiz nastval a poslal na ne armadu a to byl konec nadvlady Rudych Kmeru. Venkov je stale jeste postizen touto krutou valkou a vetsina vesnic je zaminovana, kazdym rokem prijde k urazu nekolik tisic lidi.

Navstivili jsme take Kralovsky palac a Stribrnou pagodu - oboji se trpyti zlatem a stribrem a v P2 nam tyto stavby prisly ponekud nepatricne v porovnani s chudobou, ktera tu uz po desitky let panuje. Cestou do hotelu jsme "slintali" nad stanky s grilovanym a smazenym hmyzem. Provoz je tu jedno velke silenstvi, tisice motorek, aut a jinych vozitek se propletaji bez jakehokoli poradku, a do toho chodci a prodavaci vseho mozneho. Je tu take spousta zebrajicich deti a lidi, kteri prisli k urazu slapnutim na minu. Kdybychom meli kazdemu dat dolar, brzy bychom prisli na mizinu. Lepsi je navstivit nejakou z charitativnich organizaci - my nekolikrat vyrazili do mistni neziskove restaurace, ktera se stara o 26 sirotku, a jeji logo je: "My nakrmime vas, vy nakrmite je." :-)
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