Galle and the South Coast

Trip Start Jun 07, 2008
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Trip End Apr 05, 2009


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Flag of Sri Lanka  ,
Wednesday, July 30, 2008

EN:
After Tissamaharama we decided to spend the last few days we had left in Sri Lanka at the beach, in the south. We chose to go to Tangalla first, it is one of the best beaches in the south and only about 40km from Tissamaharama. After having travelled longer distances by tuk-tuk before, we decided to do it again, unfortunatelly our driver was a bit useless, so it took us a bit longer then we expected, but we made it and had no trouble finding accomodation right at the beach. There's not much to do in Tangalla besides lying at the beach, unfortunatelly we had no chance to do so as it rained during all of our stay there. Instead, since our hotel had a good internet connection, we decided to cath up on our log, whitch we had had no chance of doing in the weeks before (we know... we are a bit delayed on our logging, but we honestly didn't have the chance to do more!).

After 2 days of rain, and no signs of the weather clearing, we decided we might as well move on, so we went to Matara, about 40km west. This time we were lazy and just took a taxi. Again we had no trouble finding accomodation at the beach, and again no luck with the weather. There's also not much to see in Matara, we walked around for one afternoon, checked out the disapointing Dutch forts, and decided to move on to Galle the next morning.

We took the bus to Galle which takes about 1 hour, most of the way is right next to the coast so it is a really nice bus ride. Not sure if we mentioned it before, besides being really crowded, travelling by bus in Sri Lanka is extremely cheap, plus it's a good way to mingle with the locals (sometimes way to close :-)), however we never met any other tourists on our bus trips. On our way from the bus stop, we met a local postman who took us to a nice B&B in Galle's Dutch Fort, so we stayed right in the center of the Old Town (later the postman asked for some beer money in return for the favour). The weather was really nice in Galle, so we spent the rest of the day visiting the fort and the old town, but we had no time for beaching as the next day was our last in Sri Lanka and we had to get back to Colombo.

We took the train from Galle to Colombo, most of the railway is right at the coast so this is also a nice scenic trip, the sad side of it is that along the tracks there are still the remainings of many of the houses leveled by the tsunami in 2004, whole families perished in the tragedy and in many cases there's no one left to rebuild. Also in this same track, a train was hit by the tsunami, killing a lot of people. Just before we arrived in Colombo, everybody had to leave the train to be checked by the army, and they went thru our luggage again (no vodkas this time, finished).

From Colombo, we took another train to Negombo, a beach resort nearby and right next to the airport, where we stayed our last night in Sri Lanka in a rundown beach hotel. After dinner we were having a few drinks in the hotel bar when Jacek & co., a drunk Polish old pervert and his yes-friends who would agree on anything he said (even though it barely made any sence), invited themselves to our table. We drank way too much coconut arak with these guys and felt really ill the next day on our flight. The conversation was also pretty limited as Jacek spoke Russian-Polish-German all the time. :-)

PT:
Depois de Tissamaharama, decidimos passar os últimos dias que ainda nos restavam no Sri Lanka na praia, na costa sul. Fomos primeiro para Tangalla, uma das melhores praias do sul e que fica a apenas cerca de 40km de Tissamaharama. Já experientes em viagens em tuc-tuc, decidimos utilizar novamente este meio de transporte. Infelismente o nosso condutor era um bocado nabo, e a viagem demorou um pouco mais do que o esperado, mas lá chegamos e não foi difícil arranjar alojamento mesmo na praia. Para além de praia, não há muito mais o que fazer em Tangalla, infelismente não tivemos oportunidade de fazer praia pois choveu o tempo todo. Com os planos frustrados, e como o hotel tinha uma boa ligação à internet, decidimos passar algum tempo a actualizar o nosso log pois já havia algum tempo que não tinhamos oportunidade de o fazer (estamos um bocadinho atrasados com o log, mas a verdade é que não temos tido mesmo hipótese para fazer mais!).

Depois de 2 dias de chuva, e sem sinais de o tempo vir a melhorar, decidimos que era hora de mudarmos de poiso e seguimos para Matara, a cerca de 40km mais a oeste. Desta vez fomos um bocado comodistas e fizemos a viagem de taxi. Mais uma vez, foi fácil encontrar alojamento na praia, e mais uma vez o tempo estava uma merda. Em Matara, também não há muito que ver, demos umas voltas pela cidade durante a tarde, vimos os 2 fortes Holandeses nada impressionantes e achámos que já chegava, decidimos seguir para Galle na manhã seguinte.

Apanhámos o autocarro para Galle, que leva mais ou menos 1 hora. A maior parte do caminho é mesmo junto à costa o que proporciona vistas bastante bonitas. Não temos a certeza de já termos mencionado antes, mas viajar de autocarro no Sri Lnaka, para além de estes estarem normalmente sobrelotados, é extremamente barato, e é também uma boa forma de contacto com as gentes locais (por vezes demasiado próximo :-)), no entanto nunca encontámos outros turistas nas nossas viagens em autocarro. Chegados a Galle, cenhecemos um carteiro local que nos levou até a uma pensão no Forte de Galle, e assim ficamos alojados mesmo no centro da cidade velha (mais tarde voltámos a encontrar o carteiro e este pediu-nos dinheiro para uma cerveja em troca do favor). O tempo em Galle estava bastante bom, passámos a tarde a percorrer o forte e cidade velha, mas não tivemos tempo para fazer praia porque o dia seguintte era o nosso último no Sri Lanka e ainda tinhamos que viajar de volta a Colombo.

De Galle, seguimos para Colombo de combóio. A maior parte da linha é junto ao mar por isso esta é também uma viagem bastante agradável. O lado triste é que ao longo da linha ainda se podem ver bastantes casas destruidas pelo tsunami de 2004, na maior parte dos casos apenas ficou o chão, e como familias inteiras pereceram na tragédia não ficou niguém para as reconstruir. Também nesta mesma linha um combóio foi apanhado pelo tsunami e quase não houve sobreviventes. Mesmo antes de chegarmos a Colombo toda a gente teve que sair do combóio e fomos mais uma vez revistados pelo exército.

De Colombo, apanhámos outro combóio para Negombo, uma cidade costeira próxima, bastante turistica, e mesmo junto ao aeroporto, onde passámos a nossa última noie num hotel de praia que já viu melhores dias. Depois de jantar, enquanto tomávamos algumas bebidas no bar do hotel, o Jacek e companhia, um polaco bêbado um bocado mais velho e alguns amigos, fizeram-se convidados para a nossa mesa. Bebemos um pouco demasiado arak (uma espécie de aguardente de côco) com eles, e no dia seguinte estavamos um bocado ressacados durante o vôo para Singapura. A conversa também foi um bocado limitada pois o Jacek só falava Polaco, Russo, e um pouco de Alemão.

CZ:
Na Sri Lance uz nam zbyvalo jenom par dni, a tak jsme se vydali na jizni pobrezi plazovat. Tangalla byla nase prvni destinace a ocekavani byla velka, protoze Tangalla je pry jedna z nejhezcich plazi na jiznim pobrezi. Jeli jsme zase tuk-tukem, ale protoze jsme chytli nemozneho ridice, trvalo nam to celou vecnost. Kdyz jsme tam konecne dorazili, zacalo prset. Nastesti jsme rychle nasli ubytovani na plazi a cekali, az prestane lejt. To se bohuzel nestalo po cele 2 dny, a tak jsme je vyuzili na vylepseni a rozsireni naseho dennicku. Sice jsme trochu pozadu, ale pracuje se na tom. :-) Po dvou dnech jsme si rekli, ze uz nas ten dest nebavi, a vydali jsme se smer Matara. V Matare taky porad jenom prselo a navic je tam celkem nuda a nic moc k videni, takze jsme jenom shledli Holandskou pevnost (nic moc) a druhy den odjeli do Galle.

Do Galle jsme jeli zase busem a trvalo nam to asi hodku. Je to celkem hezka cesta, celou dobu jsme jeli po pobrezi a kochali se vyhledem na more a rybarske vesnicky. Behem vsech cest, ktere jsme na Sri lance absolvovali autobusem, jsme nepotkali jedineho turistu. Je to skoda, zpusob cestovani je to dost nepohodlny, autobusy jsou vecne narvane a silnice ruzne kvality, ale aspon jsme se mohli vice seznamit s mistnimi obyvateli a jejich zvyky, no a navic je to mnohem levnejsi nez kterykoli jiny zpusob dopravy (skutecne za babku). Hned kdyz jsme v Galle vystoupili, vrhnul se na nas mistni postak a ukazal nam cestu do blizkeho pensionu (docela dobrej za prijatelnou cenu) hned na starem meste (pozdeji se vratil, aby nas skasnul o penize na pivo). Pocasi se tentokrat vydarilo, takze jsme si stihli prohlednout celou pevnost a stare mesto. Bohuzel uz nam nezbyl cas na plazovani, protoze druhy den jsme museli frcet do Colomba na letadlo.

Tentokrat jsme jeli vlakem a i kdyz trat vede po pobrezi, je to smutna cesta, protoze po cele delce jizniho pobrezi jsou stale jeste patrne zbytky domu, ktere smetla tsunami. Z nekterych domu zbyly jenom ruiny a z nekterych jenom podlahy. Ve vetsine pripadu zahynula cela rodina, takze nema kdo domy znovu postavit nebo opravit. Tesne pred Colombem nas zase vsechny vyhnali z vlaku a prohledali zavazadla (vodky uz nenasli, protoze jsme je vsechny vypili).

Z Colomba nas jeste cekala cesta do Negomba, ktere je nejbliz letisti. Hotel byl ponekud osuntely, ale kdysi to asi bylo pekne misto na dovolenou. Po veceri jsme si dali par drinku a pridal se k nam (nepozvan) Jacek a spol., stary polsky uchylak silne pod parou a jeho oddani kamosi. Vypili jsme s nimi nekolik panaku kokosoveho araku a vedli jakousi konverzaci, ktera davala pramalo smysl, jelikoz Jacek mluvil pouze rusko-polsko-nemecky. Druhy den jsme meli kocku jako prase, uz dlouho nam tak spatne nebylo, takze let byl ciste utrpeni, ale prezili jsme.
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